segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Dia 16 - “Considera a Tua Vocação”

“Considerai, pois, irmãos, a vossa vocação: humanamente falando, não há entre vós muitos sábios, nem muitos poderosos, nem muitos nobres. Mas o que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte.” (1Cor. 1,26-27)

Prece Diária:

Louvamos-Te e bendizemos-Te, Senhor Jesus Cristo, pelo dom dos teus servos Francisco e Clara de Assis e, com eles, a inumerável multidão de homens e mulheres que seguiram os Teus passos, inspirados no modo como eles viveram o Evangelho. Que a Tua graça santificadora e vivificadora que animou os mártires de Marrocos nos alente e fortaleça no nosso modo quotidiano de Te tornar presente no meio dos homens.

Oração Vocacional

Senhor Jesus,

Hoje,
como outrora
a Francisco e Clara de Assis,
o Teu amor nos impele
a buscarmos constantemente
o conhecimento da vontade do Pai.

Hoje,
como outrora aos Teus discípulos,
o Teu amor nos impele
a "irmos pelas estradas do mundo"
a anunciar o Evangelho.

Dá-nos coragem
para te seguirmos
e vencermos
os obstáculos do caminho.
"Mostra-nos o Teu rosto,
que isso nos basta".

Acompanha-nos, hoje e sempre,
para realizarmos
com audácia e alegria
o projecto de amor
que Tens para nós.

Ámen

domingo, 15 de janeiro de 2012

Dia 15 - “Configuração com Cristo”

Com Jesus os céus abriram-se e aquilo que até então parecia exclusivamente vida de Deus, manifesta-se agora como vida do homem, vida de Jesus que caminha com os outros homens que juntamente com Ele entram nas águas do baptismo da conversão. Uma semelhante experiência dá origem a uma humanidade nova, a um povo novo: em primeiro lugar Jesus, depois os seguidores de Jesus, desde os primeiros discípulos até nós.

“Segui-me” disse Jesus (Mc.1,17); “escutai-O”, diz o Pai (Mc.9,7). Nestas palavras fez-se ouvir o chamamento a seguir Jesus, e a fazer parte da nova humanidade, a receber o Espírito e a escutar a mais surpreendente proclamação divina: “Tu és o meu Filho!”.

Esta experiência de que somos filhos de Deus pelo Espírito que habita em nós, é o fundamento da nossa vida de oração, do “espírito de oração e devoção”, ao qual todas as demais coisas devem servir, a partir do momento em que, “removido todo o impedimento e posto de parte todo o cuidado e solicitude” fomos chamados “a amar, adorar, honrar e servir o Senhor Deus com o coração limpo e espírito puro” (cf. CC.GG. 19,2).

Entre as várias formas pelas quais se exprime a nossa relação de amor com o Pai, a vida de oração, o “espírito de oração e devoção”, é o mais importante. A vida de oração, tal como o amor, não é qualquer coisa que se faz, mas qualquer coisa que se vive com todo o nosso ser (2P. 27b). Por isso, tal como o amor, dá à nossa relação pessoal com o Senhor um perfil novo.

Os irmãos incorporados em Cristo pelo baptismo, e tendo manifestado pela profissão a vontade de O seguir mais de perto, devem “contemplar todos os dias esse espelho” para imitar a bem-aventurada pobreza, a santa humildade, e a inefável caridade que nele refulgem (cf. 4CCL2).

A cada irmão cabe a responsabilidade última e decisiva de se ocupar na sua própria formação e de a levar a bom termo, porquanto a responsabilidade de atingir a plenitude da consagração a Deus e da doação aos irmãos e de alcançar uma fidelidade sempre maior no seguimento de Cristo e no cumprimento da nossa missão, é decisivamente pessoal.

Porém, embora seja pessoal a responsabilidade de cuidar da própria formação, o centro primário da formação permanente é a Fraternidade, tal com para qualquer cristão é a comunidade cristã e, para qualquer pessoa a comunidade familiar.

 

Prece Diária:

Pedimos-Te, Senhor, que os jovens, com o nosso exemplo de vida, sintam a ousadia de levarem à plenitude a sua consagração baptismal.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Dia 14 - “Encontro com os Irmãos”

Francisco sabe que o Senhor foi bom com ele e que a fraternidade nasce da experiência de um Deus que é relação de amor na Trindade. Nesse amor, Francisco descobre a paternidade de Deus e sente-se filho; experimenta ser irmão de Jesus, o Filho amado do Pai; vive esse amor que une no Espirito Santo. O amor trinitário é, pois, o modelo que inspira a vida fraterna, para que seja uma verdadeira família (cf. RnB 9,10-11; RB 6,8-9).

Para Francisco, a fraternidade é uma revelação de Deus: o caminho através do qual o Senhor mostrou a sua vontade como projecto para uma vida eminentemente evangélica. Afinal, é o santo Evangelho que, no ministério da Encarnação e da Paixão e na humildade e pobreza, propõe Jesus como irmão da humanidade (cf. 2Fi 56). Assim, considerando a fraternidade de Cristo entre nós, foi-nos revelado o fundamento da vida evangélica.

Quando, a cada dia, nos olhamos nesse espelho para nos tronarmos fiéis ao dom que nosso Pai São Francisco nos deixou como revelação do Senhor, a nossa partilha faz-se súplica de intercessão.

Na escola de Francisco, aprendemos que para nos sentirmos irmãos de todos, é preciso que, antes de tudo, tenhamos uma atitude filial com Deus. A ternura e o amor aos irmãos são consequências da felicidade de ter Jesus como irmão e da consciência de que o Senhor se doa e se faz presente no irmão.

Portanto, o Espirito Santo infunde no coração o amor fraterno para servir e para obedecer espiritualmente ao irmão, e, como nos ensina São Francisco, para viver a fraternidade é preciso possuir o Espírito do Senhor e o seu santo modo de operar (cf. RB 10,10). Se, com humildade, estivermos em condições de reconhecer que temos necessidade de aprender a viver como irmãos, partilhando a vida e testemunhando juntos os valores evangélicos, então a Fraternidade tornar-se-á um lugar de encontro com Deus e em bênção (cf. 1Fi 6).

Afinal, a fraternidade é fruto que germina e floresce na fecunda terra da experiência viva de um relacionamento filial com o Pai e de um relacionamento fraternal com Jesus Cristo.

(Relatório do Ministro Geral para o capítulo geral de 2006 nº53)

Prece Diária:

Senhor Jesus, Tu nos convidas a seguir-Te na entrega total do nosso ser e a amar-Te sem medida em cada irmão, fruto da Tua dádiva. Revitaliza em nós a alegria e o entusiasmo de sermos irmãos uns dos outros. Conserva-nos sempre na simplicidade, amabilidade e generosidade recíprocas, de modo a tornar-nos autênticas testemunhas da Tua alegre presença no meio do mundo que nos rodeia.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Dia 13 - “Encontro com o Sultão”

Francisco de Assis deixou-nos um sinal de relacionamento que hoje assumiu uma actualidade impensada: o seu diálogo com o Sultão, exactamente num contexto de grave tensão como o nosso. Francisco estava motivado, sobretudo, pela fé em Deus, mas, ao mesmo tempo, manifesta também uma notável confiança e uma atitude de escuta diante do Sultão (1Cel 57; LM 9,7-9). Sem negar as reais dificuldades, por vezes realmente graves, que qualquer diálogo comporta. Como Francisco, devemos agir de forma a não nos deixar prender pelas barreiras criadas pela ideologia dominante. A presença simples e perseverante dos irmãos em religiões do mundo onde as dificuldades são realmente tao extremas que colocam em perigo qualquer liberdade é um sinal profundamente apreciado por todos. Peçamos ao Senhor a forma para atravessar as fronteiras a fim de ser, com simplicidade e liberdade, um farol de esperança, uma oferta generosa de fé e comunhão.

(Senhor fala-nos no caminho (2006), nº37)


Prece Diária:

Fazei de nós, Senhor, instrumentos de Paz e Reconciliação. Que o nosso viver e o nosso agir enquanto Irmãos Menores seja testemunho daquela Fraternidade e Unidade que Tu um dia rezaste. Que a alegria de vivermos a vocação Franciscana nos torne arautos e anunciadores, de que todos somos irmãos.



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Dia 12 - “Encontro Com Clara”

Como disse João Paulo II, não é possível separar estes “dois fenómenos”, estas “duas legendas”, estes “dois nomes”. Francisco é para Clara e suas Irmãs o precursor que indica o caminho, “fundador, plantador e auxílio”, solícito em cultivá-las com a palavra e com as obras, como sua plantinha; “coluna e única consolação depois de Deus e o nosso apoio” (TCL 38). É muito significativo que, no Testamento, ao falar da própria vocação, Clara faça constantemente referência a Francisco.

Por sua vez, Clara é para Francisco conselheira e luz para discernir a vontade do Senhor nos momentos de dúvida (LM 12,2-5) e sempre “uma ajuda semelhante a ele” (Gn2,20). É também significativo que, nas horas de desânimo e de treva, Francisco retorne a São Damião para procurar, junto de clara, o consolo de que necessita.

De Francisco, Clara recebe Deus, recebe o afecto e o impulso para lançar-se a viver até ao fundo o Evangelho com uma decisão irrevogável (cf. TCL 5).

De Clara, Francisco recebe iluminação do Senhor. Clara é o reflexo de Francisco, no qual se vê como num espelho (PC 3,29). O rosto de Francisco, por sua vez, é iluminado pela pureza e pela pobreza de Clara. Por sua vez, Clara convenceu Francisco, a ponto de tornar-se para ele uma imagem de Maria, por sua radicalidade, por sua confiança incondicionada em Deus, por sua fragilidade cheia de força, pela sua lealdade e pela sua fidelidade…

(Carta do Ministro Geral (2004), Clara de Assis e de hoje, pag.5-6)

Prece Diária:



Torna-nos, Senhor, sempre diligentes na caridade e solícitos para com todas as nossas Irmãs Clarissas, tal como Francisco o foi há 800 anos.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Dia 11 - “Encontro Com o Evangelho”

Esta é a primeira certeza. O Evangelho continua a ser a notícia, bela como a graça e ardente como o amor, que transforma quem a recebe com coração de criança: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos” (Mt.11,25).

O Evangelho continua a ser fonte de bem-aventurança para quem, como Maria de Nazaré, O acolhe com coração pobre e disponível: “Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc.1,38). O Evangelho continua a ser o caminho de liberdade para quem, como Francisco, O acolhe no seu imediatismo, na sua frescura e na sua radicalidade: “Isso quero, isso peço, poder realizar com todo o coração…”. O Evangelho continua a ser Evangelho, quando cada um de nós, mesmo levando em conta a própria pobreza, tem a coragem de vivê-lO.

À distância de 800 anos de experiência de Francisco, somos chamados a encontrar-nos, livres e indefesos, com o Evangelho; somos chamados a deixar-nos iluminar e questionar por ele, para que a nossa vida recupere o sabor e a juventude das origens; para que a nossa vida escandalize e questione, como escandalizava e questionava a vida de Francisco e dos seus primeiros companheiros.

À distância de 800 anos da conversão de Francisco ao Evangelho, também nós, somos chamados a descobrir o Evangelho como  livro da vida – sem reduzi-lO a ideologia, mais uma entre muitas – a assumi-lO como livro de leitura frequente, texto fundamental na nossa formação, que ilumine as nossas opções e possa justificá-las.

Queridos irmãos, voltemos ao Evangelho, porque voltar ao Evangelho é voltar para Cristo, o único que pode justificar a nossa vida. Voltemos ao Evangelho, porque voltar ao Evangelho é reviver a graça das origens. Voltemos ao Evangelho e seremos resgatados das nossas misérias e das nossas escravidões, dos nossos medos e das nossas tristezas, e resgataremos os homens nossos irmãos de suas misérias e escravidões, de seus medos e de suas tristezas. Voltemos ao Evangelho e respiraremos ar puro; nossas propostas serão novas; a coragem, a inteligência, a generosidade, a fidelidade de muitos irmãos nossos, gastos sem reservas e sem restituição, darão fruto e fruto abundante.

Sim, Irmãos, o Evangelho continua a ser Evangelho.

 (Relatório do Ministro Geral para o Capítulo geral de 2006 nº5)

Prece Diária:



Francisco encontra-se com a Palavra e, confiante, deixa-se orientar por Ela.
Faz, Senhor, com que em cada momento e circunstância da nossa caminhada nos abramos ao “Evangelho da graça” e nos deixemos guiar por Ele que é Palavra que nos liberta, alimenta e salva.

Dia 10 - “Despojamento”

A menoridade (pobreza interior, humildade de coração), a pobreza (o viver sem nada de próprio) e a solidariedade (responsabilidade pelo destino dos outros) caracterizam e qualificam a nossa vida fraterna, em comunidade, pois descrevem o nosso modo de ser irmãos, o nosso modo peculiar de viver e anunciar o Evangelho no coração da Igreja e nos abandonados claustros do mundo. Somos uma Fraternidade de “menores”.

Viver em menoridade, sem nada de próprio e solidários, é fazer nossa a forma de vida com a qual S. Francisco viveu no seu tempo a opção pelo Evangelho, forma de vida que ele mostrou “com a palavra e com o exemplo” (TCL 5) e que, em última análise, consiste em fazer próprios os sentimentos de Cristo, que, embora sendo de condição divina, não fez alarde da sua posição divina, mas despojou-se a si mesmo e se abaixou, obedecendo até à morte e morte de cruz (cf. Fl. 2, 5-8), Ele que, para nossa salvação, se esconde sob a aparência de pão (cf. Ord. 27).

Ser menores, viver sem nada de próprio e solidários, certamente tem consequências sociais, pois exige um certo despojamento exterior e interior, sentir-se servos de todos e obrigados a servir todos (cf. 2Fi 2), renunciar ao poder sobre os outros, estar com os pobres e ver o mundo com seus olhos. Em qualquer caso, a motivação profunda é sempre exclusivamente evangélica, pois indica o movimento de quem opta por seguir “mais de perto o Evangelho e as pegadas de nosso Senhor Jesus Cristo”, que comporta: despojar-se para servir, e humilhar-se para ouvir, obedecer e partilhar.

Por outro lado, desde que Deus se manifestou menor, sem nada de próprio e solidário com todos na pessoa do filho, é evidente que a menoridade, o viver sem nada de próprio e a solidariedade são lugares privilegiados de encontro com Deus e que, consequentemente, só quem não retém nada para si (cf. Ord.29) será capaz de acolher e de servir.

(Relatório do Ministro Geral para o Capítulo geral de 2006 nº56)

Prece Diária:

Pedimos-te, Senhor, para que saibamos aprofundar o conhecimento da nossa vocação, de modo a que, no diálogo sincero com Cristo, respondamos sempre com generosidade, desprendimento e radicalidade ao jeito de Francisco e de Clara de Assis.


Dia 9 - “Encontro com os Pobres”

Nós, enquanto Irmãos Menores, somos chamados a abraçar os pobres (leprosos) e a praticar misericórdia com eles, como fez Francisco há 800 anos.
Usar de misericórdia, abraça-los, é dizer: compreender e aligeirar a infelicidade dos outros, considerando-a, em certo modo, própria. De Francisco diz-se que “sofria com os enfermos e afligia-se com as almas atribuladas” (TC 59). Abraçar os excluídos, usar com eles de misericórdia, não é um sentimento vago, mas uma relação de seres, tão profunda, que o leva a partilhar e a sentir a mesma sorte. Porque Francisco usa de misericórdia para com os leprosos (pobres), vai ao seu encontro, vive com eles e a todos serve, “por Deus, com extrema delicadeza: levava os seus corpos infectados e curava as suas feridas purulentas” (1Cel 16).
Como é possível que alguém possa fazer sua a sorte do outro, a sorte do excluído, do pobre, do leproso? Lendo as fontes Franciscanas é fácil de descobrir que a fonte de misericórdia que Francisco tem para com “todos os que estavam atribulados de qualquer doença corporal (LM 8,5), está na admiração que causa no Poverello “a misericórdia do Senhor” para com Ele (1Cel 26), e com a contínua contemplação do Senhor “cheio de misericórdia e compaixão” para com todos (Sant.5,11), o qual enviou-nos o Seu Filho, que “do seio de Maria tomou a carne da nossa fragilidade” (1 CtaF 1) e “suportou a paixão da cruz” (Adm 6,1).
Também no nosso caso a misericórdia profunda com o outro, e não somente epidérmica, arrancará dessa experiência, que não duvido em qualificá-la de “experiência mística”, da misericórdia do Senhor para connosco. Só essa experiência transformará a própria experiência, até ao ponto de fazermo-nos leprosos com os leprosos, pobres com os pobres, excluídos com os excluídos…, até ao ponto de irmos entre eles, viver com eles e servi-los, pois isso é o que significa realmente “usar de misericórdia”, “abraçá-los”.
(II Congresso Internacional JPIC (2006), Abrazando a los Excluídos de hoy, pag.10-11)

Prece Diária:


Ajudai-nos, Senhor, a exemplo do Pai S. Francisco, a quem conduziste para entre os pobres e os leprosos, a fazermos a opção em favor dos pobres, dos oprimidos, dos atribulados e doente, e a ousarmos, com gozo, conviver entre eles, tratando-os com misericórdia.




segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Semana de Oração pela Vocação Franciscana!

Iniciamos hoje, dia 9, a semana de oração pela vocação franciscana, que culminará no dia 16 deste mês com a festa dos padroeiros da nossa província, os Santos Mártires de Marrocos.

Pedimos que estejam em oração connosco, não só, mas principalmente ao longo desta semana, rogando ao Senhor que preserve fiéis e constantes, todos os irmãos franciscanos, e que se for do seu agrado mandar outros irmãos, pois que sejamos capazes de os acolher fraternalmente...

Oração Vocacional

Senhor Jesus,

Hoje,
como outrora
a Francisco e Clara de Assis,
o Teu amor nos impele
a buscarmos constantemente
o conhecimento da vontade do Pai.

Hoje,
como outrora aos Teus discípulos,
o Teu amor nos impele
a "irmos pelas estradas do mundo"
a anunciar o Evangelho.

Dá-nos coragem
para te seguirmos
e vencermos
os obstáculos do caminho.
"Mostra-nos o Teu rosto,
que isso nos basta".

Acompanha-nos, hoje e sempre,
para realizarmos
com audácia e alegria
o projecto de amor
que Tens para nós.

Ámen



Votos de boa noite.
O Senhor nos dê a sua Paz!!!